domingo, 18 de setembro de 2011

Grupo de Estudo em Dança.
galera que gosta de dança, venham participar, e uma oportunidade 
para adquirir e compartilhar os conhecimentos sobre a dança.
MASSA.


OBS: grupo de estudo vale com atividade complementar, deixem o nome e e-mail na sede do Agita  Sobral no Ginásio Poliesportivo.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

BOAS VINDAS!

Caros amigos visitantes, sejam bem vindos ao nosso espaço virtual, onde expressamos os nossos conhecimentos e curiosidades sobre Educação e Dança.
Desde já agradecemos a visita e deixamos o nosso cordial abraço.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Alguns estilos de Dança de Salão






















Danças de Salão Brasileiras

Danças sociais

Latinas

Outras

Modernas

Danças de Competição

A dança de salão de competição e conhecida no mundo todo como "Dancesport" ou "Ballroom Dance". Essas danças seguem passos restritos divididos em três níveis de aprendizado (bronze, prata, e ouro) ou (iniciados, intermedios, open). Existem dez danças com estilo internacional e nove danças com estilo americano.
Os comitês de dança de salão internacional estão constantemente pressionando para incluir esse esporte nos jogos olímpicos de verão.



segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Na Escola



A Dança na Escola

     A dança é, sem dúvida, uma das maiores catalisadoras da manifestação e expressão do movimento humano. No âmbito educativo, ela é pedagógica e ensina tanto quanto os esportes, jogos e brincadeiras. A dança pode (e deve) ser usada como meio de crítica social para o questionamento de valores preestabelecidos, padrões repetitivos e modismos, como, por exemplo, as coreografias com fortes apelos sexuais, que aparecem incessantemente em programas de TV.Além disso, a dança, como processo performativo, está ligada à estética e à plástica, podendo trabalhar não apenas com o movimento, mas com sensações e sentimentos. Quem não se emociona ao acompanhar um espetáculo de dança? Seja clássica — como o balé —, popular — como a "dança de rua" — ou folclórica — como a chula, o fandango, o forró e o baião —, a dança é um forte estímulo de percepções sensoriais. Ritmo, sonoridade, visão e expressão são capacidades levadas ao extremo nessa prática corpórea.
Mas, afinal, como a dança pode ser inserida nos currículos de Educação Física dos ensinos Fundamental e Médio?
      
        A resposta é mais simples do que se pensa, pois, ao contrário do que muitos professores acreditam, a última preocupação que se deve ter com relação à finalidade da dança diz respeito à ação performática. Em outras palavras, o professor não precisa demonstrar amplo domínio de estilos e técnicas de dança, mas, simplesmente, coragem para “quebrar” determinados preconceitos ligados a ela.
Por meio da dança, o professor pode trabalhar vários conteúdos:
1) A diferença entre gêneros — meninos e meninas têm comportamentos diferentes que podem ser facilmente notados e trabalhados por meio da dança.
2) O domínio corporal e a ritmicidade — o dançarino tem um domínio lógico espaço/temporal bastante desenvolvido. Assim, dominar ritmos pode contribuir para as ações do cotidiano, auxiliando em atividades do dia-a-dia.
3) A diversidade cultural e os variados estilos — de região para região, o estilo de dança varia bastante, pois na cultura brasileira existem várias culturas regionais que são formadas de acordo com o modo de vida de seus habitantes.
     A dança é um meio quase ilimitado de aprendizagem. Mas o professor deve tomar cuidado ao trabalhá-la como conteúdo educativo: ele não pode, de maneira alguma, reforçar modismos, que geralmente são lançados pelos meios de comunicação de massa com intenção exclusivamente comercial. Ele deve alertar seus alunos sobre os interesses da indústria cultural para que seu trabalho não omita a existência dos estilos comerciais, mas desperte o senso crítico de seus educandos a respeito deles.
Finalizando, cabe ressaltar que, assim como em relação aos esportes, nada impede o educador de desenvolver a dança como um trabalho que vise à performance, desde que, para isso, sejam convidados alunos que possam treinar em horários extracurriculares, como em contraturno, por exemplo. E aqueles que ainda não dominam a dança também podem ser iniciados na prática, cabendo ao professor dividir as turmas de acordo com o nível de habilidade dos alunos.

     O importante é não temer a dança, pois ela trabalha valências ecléticas e fundamentais ao desenvolvimento humano, como o condicionamento físico geral, a capacidade cardiorrespiratória, a sociabilização, o equilíbrio, a destreza e a coordenação motora fina.